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Puya glomerifera - 🇪🇨 Arquivo pessoal |
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23 ago 2016 - terça-feira
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Confesso, embora eu me considere uma boa fotógrafa, até hoje não ter o talento da Claudinha para fotografar os "colibrís ou picaflores". Ela tem as "manhas" e é muito talentosa para conseguir imagens deslumbrantes.
Mas, de verdade, mesmo sem conseguir fotos incríveis como as dela, eu adoro ficar vendo o ir e vir deles nos bebedouros, suas patinhas minúsculas, seu jeitinho ímpar de parar no ar. É hipnotizante!
O primeiro beija-flor que cliquei me fez ficar "amanteigada" e bem "derretida", pois recordava minha mãe, cujo nome era Esmeralda. Era um Western Emerald (Chlorostilbon melanorhynchus) ou Esmeralda Occidental.
O tão esperado e desejado Black-tailed Trainbearer
(Lesbia victoriae) veio em dupla, porém só a fêmea deu foto razoável.
A seguir os quatro, na sequência que citei acima.
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24 ago 2016 - quarta-feira
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Foi dia de fazer milhares de fotos. Muitas melhorias e algumas espécies que não tinham aparecido no dia anterior.
Se prepare para o começo da overdose de penas ... 🥰😇😁😆😅
Western
Emerald (Chlorostilbon melanorhynchus) Arquivo pessoal |
Black-tailed
Trainbearer (Lesbia victoriae) Arquivo pessoal |
Black-tailed
Trainbearer (Lesbia victoriae) Arquivo pessoal |
Beija-flor-violeta (Colibri coruscans) Arquivo pessoal |
Rufous-tailed
Hummingbird (Amazilia tzacatl) Arquivo pessoal |
No meio da tarde o time ficou completo. Nossa querida
amiga Laurinha e Xavier vieram no mesmo voo e chegaram juntos na Pousada. Agora sim, a festa
ia começar pra valer. As aves equatorianas que nos aguardassem.
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25 ago 2016 - quinta-feira
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E no jardim da pousada foi dia de conhecer espécies novas (lifers) e deu para melhorar (melhoraifers) muitas fotos, até do Chupim, que, apesar de comum no Brasil, não me lembro de tê-los visto forrageando em jardins.
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Abaixo na sequência, algumas fotos das aves dos jardins da Pousada:
7 - Cinereous Conebill (Conirostrum cinereum),
8 - Giant Hummingbird (Patagona gigas) e
9 - White-bellied woodstar (Chaetocercus mulsant).
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26 ago 2016 - sexta-feira
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Print do site oficial |
27 ago 2016 - sábado
A região atrai observadores de aves de todo o mundo. Especialistas dizem que o Refugio incorpora um modelo importante para o desenvolvimento do turismo local no Chocó equatoriano, gerando receita para as famílias locais e ao mesmo tempo que impulsiona a conservação da floresta, em uma região de terras privadas onde a agricultura e a pecuária leiteira avançam desenfreadamente.
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María Arquivo pessoal |
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Willi Arquivo pessoal |
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- "Ei galera, faltou eu mostrar minha gargantinha roxa. Quem sabe numa próxima? Eu sou o Brown inca (Coeligena wilsoni).
- "Ei, ei, esperem por mim, só porque eu sou uma miniatura, não precisam me deixar para trás. Eu sou o Purple-throated woodstar (Calliphlox mitchellii). No Brasil tenho um primo tão bonito quanto eu. Você já deve ter ouvido falar dele. É o Estrelinha-ametista (Calliphlox amethystina)."
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E abaixo uns coloridinhos, alguns já mencionados, outros não.
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28 ago 2016 - domingo
Dia do meu aniversário. Comecei a comemorar com as meninas e Xavier já no café da manhã. Ganhei um bolinho cheio de flores preparado pela Analú (Ana Lucia Goetschel), proprietária do El Septimo Paraiso.
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Depois pegamos estrada e fomos tentando achar algumas aves pelo caminho. Fomos parando até chegar no Mirador Mashpi. É tudo muito majestoso. Agora entendo porque a empresa do Xavier se chama Neblina Forrest. Tem muita neblina e florestas pelas estradas.
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Eu clicando os bichinhos lindos nos bebedouros ao nosso redor Arquivo pessoal |
Na sequência, belos colibris de todos os tamanhos e cores:
No caminho de volta paramos numa cachoeira na beira da estrada, onde no chão havia muitas borboletas. Adoro fotografá-las. Abaixo uma Siproeta epaphus, de acordo com os colaboradores da plataforma iNaturalist.
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29 ago 2016 - segunda-feira
San Miguel de Los Bancos - Mirador Río Blanco
1 - Crimson-rumped toucanet (Aulacorhynchus haematopygus),
2 - Mariquita-cinza (Myioborus miniatus),
3 - Yellow-throated chlorospingus (Chlorospingus flavigularis)
4 - Orange-billed sparrow (Arremon aurantiirostris).
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Milpe Bird Sanctuary
Depois de muito clicar, seguimos até um local chamado Milpe Bird Sanctuary. Por já ser hora do almoço, os comedouros estavam vazios. Nenhuma novidade em termos de beija-flores. Só os "de sempre". Nada do "Manakin" ou Juruva-verde que a gente queria tanto ver.
No comedouro apenas um belíssimo Collared aracari (Pteroglossus torquatus erythropygius).
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E tem hora que você tem que optar e qualquer decisão pode vir pesar depois. Eu, Laurinha e Xavier resolvemos almoçar na cidade e a Claudia resolveu ficar e esperar. Combinamos de, na volta, trazer uma "marmitinha" pra ela.
Ao retornar ao Hostel Mirador Río Blanco para almoçar, olha o que tinha nos feeders por lá.
1 - Crimson-rumped toucanet (Aulacorhynchus haematopygus),
2 - Ecuadorian thrush (Turdus maculirostris),
3 - Black-cheeked woodpecker (Melanerpes pucherani),
4 - Saíra-de-cabeça-azul (Stilpnia cyanicollis),
5 - Orange-billed sparrow (Arremon aurantiirostris),
6 - Sanhaçu-da-amazônia (Thraupis episcopus).
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Por que isso? Porque meus parceiros de expedição falavam em inglês quase o tempo todo e era um tal de "look at the black-cheeked woodpecker over there" (usei google tradutor, tá), e 'alá o white green sei lá o que, i don't believe, mira, mira, "e nisso eu boiava totalmente. Era uma martelada no meu cérebro, que tinha hora que parecia que ia explodir. Ele ficava cheio de nós. 😁😅😂🔨💣㊙️🈳🉑🈲🈯
Tinha hora que eu não sabia nem para onde olhar, mas a culpa é minha que nunca consigo ir adiante com meus estudos de inglês. Até comprei um guia de aves do Equador, mas adivinha só seu idioma ... inglês. Quem sabe eu consiga aprender para a próxima. 🤣🤣🤣
Nessas alturas os nomes científicos que eu sempre achei dificílimos de decorar, pareciam "mamão com açúcar".
Porém, bastava eu choramingar um pouco e todos falavam português comigo. Aliás, Xavier fala português muito bem.
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Voltamos à Milpe com a marmitinha da Claudia e ela nos contou que a tão desejada Juruva-ruiva (Baryphthengus martii) tinha descido no comedouro. Nessa hora, se eu pudesse ia me "suicidar enforcada no primeiro pé de alface que eu encontrasse". 😂🍃🥬
Ele era um dos meus sonhos ornitológicos da viagem. Mas o jeito foi conviver com o silêncio sepulcral no recinto e parar de choramingar.
Xavier então nos levou por umas trilhas e vimos algumas aves interessantes. Devido a ser começo de fim de tarde não consegui fazer nenhum fotão, mas renderam 12 espécies, algumas novas pra gente.
Tenho impressão que por conta dos primeiros dias no Equador, fiquei viciada em fazer foto bonita, de pertinho, de aves esplêndidas e ficava mal-humorada quando as aves não se aproximavam o suficiente para foto de quadro.
Acredito que o cansaço agravara um pouco meu estado de ânimo, por isso, deixo desde já meu conselho: não abra mão de descansar o tanto que puder. Não seja "esfomeado".
Quando a gente faz uma expedição para o exterior não dá pra ficar voltando várias vezes ao mesmo lugar. E por vezes nem ao mesmo país. E numa dessas, a tendência é a gente querer aproveitar o máximo, e nem sempre o resultado disso é positivo. A gente esgota nossas energias e o bom-humor passa longe. Demorei a aprender, mas esse episódio foi uma grande lição.
Enfim ... o dia seguiu e nossa passarinhada pela estrada (de carro, descendo em pontos conhecidos do Xavier), rendeu alguns bichinhos interessantes:
1 - Bronze-winged parrot (Pionus chalcopterus),
2 - Choco toucan (Ramphastos brevis),
3 - Club-winged manakin (Machaeropterus deliciosus)
4 - Piolhinho-de-cabeça-cinza (Phyllomyias griseiceps),
5 - Saíra-de-cabeça-castanha (Tangara gyrola),
6 - Snowy-throated kingbird (Tyrannus niveigularis)
7 - Tiriba-fura-mata (Pyrrhura melanura),
8 - Variable seedeater (Sporophila corvina).
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⬆️ Tá vendo essa foto do cantinho esquerdo aqui em cima? Há quatro Tiribas-fura-mata (Pyrrhura melanura) nela. Estávamos bem longe delas, e impossibilitados de chegar até elas. Era lifer pra mim. Xavier falava, apontava, mas eu só via o tucano colorido. Consegui ver apenas quando eu baixei as fotos no note, porque ao insistir em vê-las no dia, elas bau-bau, voaram pra longe.
Na época lembro de pensar: eu verei elas no Amazonas, mas acredita se eu disser que voltei seis vezes ao Estado do Amazonas depois que fui ao Equador e nunca consegui vê-las, nem de longe. Acontece, né? 🤣🤣🤣
A primeira foto abaixo é sem crop. Eu só via o papo amarelo do tucano. A segunda com crop e um círculo mostrando onde elas estavam. E a terceira mostra quem espantou elas. Um dos tucanos que estava de olho nelas bem de longe. Raios, foi dramático! ⚡💥😅🥴😡
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30 ago 2016 - terça-feira
Mais uma vez, começamos a passarinhar bem cedo. Fomos para o Recinto 23 de Junio, acompanhados pelo sr. Luis, guia local. Eu havia colocado meu chaveiro de São Francisco no bolso do colete para dar sorte e não é que deu mesmo. O local é muito bonito. Realmente deslumbrante.
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De cara, logo pelas primeiras horas da manhã, clicamos o Long-wattled umbrellabird (Cephalopterus penduliger). Outro sonho de consumo ornitológico. Tudo bem que não foi a foto dos sonhos, estilo preconizado pela amiga Daniela Maia (no limpo, na altura dos olhos, sem galhinho na frente). Mas só de ver e registrar uma ave tão bonita já valeu o dia.
E ainda rolou o belo Quetzal, Golden-headed quetzal (Pharomachrus auriceps) e um pica-pau, o Powerful woodpecker (Campephilus pollens).
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De raspão, no susto, fiz uma foto da Tiriba-fura-mata (Pyrrhura melanura) passando. Pena que não focou. Peninha mesmo.
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Milpe Bird Sanctuary
De volta ao Milpe Bird Sanctuary tivemos uma surpresa não muito agradável. Havia lá um bando de observadores de aves orientais bem mal-educados, mas tão grosseiros, tão afrontosos, que meu instinto homicida aflorou com tudo. 🤮😡👿🪓💣🏹💉
Eles simplesmente entravam na nossa frente com seus gigantescos equipamentos e tripés, ignorando as três mulheres ali sentadas. E mudavam os bebedouros e comedouros de lugar, sem aviso prévio ou autorização dos proprietários, para que ficassem ao alcance de suas lentes e olhos.
Já quase esgotando a minha paciência, eles finalmente foram embora. Ui, que alívio.
Foi quando eu consegui realizar o desejo que havia me frustrado no dia anterior: a Juruva-ruiva (Baryphthengus martii) finalmente resolveu descer no comedouro. Eu a cliquei até os dedos ficarem doloridos.
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Outro que deu foto de quadro nesse dia foi o Crowned woodnymph (Thalurania colombica), um priminho do nosso Beija-flor-tesoura-verde (Thalurania furcata).
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Na hora do almoço no Mirador Río Blanco, dois Collared aracari (Pteroglossus torquatus erythropygius) fizeram a alegria das nossas lentes.
Enquanto eles se fartavam das bananas colocada pelo staff, a gente se fartava com o delicioso almoço que era servido lá.
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31 ago 2016 - quarta-feira
Começamos o dia no Rio Silanche Bird Sanctuary, com direito a um almocinho na cidade e sorvete de sobremesa. Depois fizemos a Ruta de Quinde a caminho de Bellavista Cloud Forest.
Nas fotos abaixo eu tento imaginar o que o Xavier ficava a pensar numa hora dessas. Será que foi algo do tipo: mas que mulherada exigente! Cadê os passarinhos daqui? Venham garotos, venham!
E Claudia toda faceira, com seus pesados equipamentos, só ria.
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Abaixo, quando sua amiga fica fazendo gracinha pra ver você dando risada. E olha, funciona viu.
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1 - Blue-tailed Trogon (Trogon comptus),
2 - Anambé-una (Querula purpurata),
3 - Scarlet-breasted dacnis (Dacnis berlepschi),
4 - Choco toucan (Ramphastos brevis),
5 - Bronze-winged parrot (Pionus chalcopterus),
6 - Rose-faced parrot (Pyrilia pulchra),
7 - White-whiskered hermit (Phaethornis yaruqui),
8 - Pacific hornero (Furnarius cinnamomeus), e
9 - Cinnamon woodpecker (Celeus loricatus).
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Terminado nossos afazeres no local, seguimos para a Reserva Bellavista Cloud Forrest.
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Esses foram os bichinhos que vimos no local:
1 - Blue-winged mountain tanager (Anisognathus somptuosus),
2 - Masked flowerpiercer (Diglossa cyanea),
3 - Speckled hummingbird (Adelomyia melanogenys),
4 - Gorgeted sunangel (Heliangelus strophianus),
6 - Tico-tico (Zonotrichia capensis).
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01 set 2016 - quinta-feira
Tandayapa Bird Lodge
Nesse dia, acordamos e fomos para os feeders do Lodge. Para você que quer, como eu saber a diferença de um hotel para um lodge, busquei no Google alguns conceitos sobre meios de hospedagem.
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Bellavista Cloud Forest Lodge
Na parte da tarde seguimos para Bellavista Cloud Forest Lodge. Foi uma tarde bem agradável e tranquila.
Na sequência das fotos abaixo, um Arapaçu-vermelho (Xiphocolaptes promeropirhynchus) forrageava tranquilamente no chão. Diga-se de passagem que dificilmente eles descem ao chão. Nunca havia visto um arapaçu fazendo isso.
Perto dele um Glossy-black thrush (Turdus serranus) também buscava petiscos no chão. Ele me lembrou muito o nosso sabiá-una.
Já um Gray-breasted wood-wren (Henicorhina leucophrys) tinha acabado de achar um petiscão. Na minha imaginação o bichinho era uma mistura de Corruíra com Tico-tico.
Falando dele, olha o Tico-tico (Zonotrichia capensis) dando um show. Ele arrebentou ao achar seu almoço, fazendo muita inveja aos coleguinhas ao redor.
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Mas o tucaninho- azul, Plate-billed mountain-toucan (Andigena laminirostris), "respondia" bem alto que no dossel tinha muitas frutinhas e ele não precisava ir ao chão para comer.
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Na Rute de Quinde vimos muitas aves bonitinhas. com destaque para:
1 - Cinnamon flycatcher (Pyrrhomyias cinnamomeus),
2 - Flame-faced tanager (Tangara parzudakii lunigera),
3 - Streaked tuftedcheek (Pseudocolaptes boissonneautii) e
4 - Grass-green tanager (Chlorornis riefferii)
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02 set 2016 - sexta-feira
Passamos o dia praticamente acima de 3 mil metros indo até mais de 4.100 metros. Em 2015 eu tinha andado nas alturas no Peru, mas não lembro se foi acima de 3.400 m (Cusco fica nessa altura). Que eu me lembre rodamos os primeiros dias a 3100 m, às vezes um pouco mais. Mas lá eu mastiguei folhas e tomei muito chá de coca.
Deixa eu mostrar um resumo das minhas pesquisas no "tio Gugo" (Google).
Para você ter ideia da altitude que enfrentamos no Equador, examine detalhadamente o mapa abaixo que extraí do meu Fieldbook of the Birds of Ecuador. O aeroporto de São Paulo está a 750 m e o de Quito (2391,0 m). Desde que chegamos no Equador, subimos e descemos várias centenas de metros. Foi uma big aventura por Pichincha e Napo, duas das províncias do Equador.
Bem no início da manhã, a 3163,0 m eu e Claudinha fizemos essas selfies. Lá longe a gente via o grande vulcão de Antisana, creio eu. Antisana é um vulcão da Cordilheira dos Andes. Atinge os 5.758 metros de altitude. A sua última erupção ocorreu em 1801-1802. Mas ele ainda solta fumacinha. 😄😁
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A Puya glomerifera que eu menciono no início desse post, estava a 3619,9 m, de acordo com o GPS da minha câmera. Pelo menos eu estava, porque ela marca o local onde o fotógrafo está posicionado.
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Sou uma casa. Não tenho muros ...
Mas não gosto que ninguém pise meu jardim e espante minhas borboletas e passarinhos.
Aqui dobra o vento, mas eu resisto. Insisto e não lamento ...
Não tenho janelas. Recebo luz por entre as frestas...
Às vezes gotas de chuvas escorrem pelo telhado,
Mas no dia seguinte um raio de sol as faz secarem...
Eu guardo tesouros invisíveis.
Não são pra dividir, nem pra iludir...
Mas uma coisa é certa. Deixo uma porta entreaberta...
Um dia há de subir os degraus alguém de bom coração,
Deixará um pouco do seu melhor e levará um pouco da minha razão...
Mas se for trazer sofrência, melhor nem vir. Vá-se embora, e
Por favor, distancie-se de vez da minha querência!
(foto e texto by Silvia Faustino Linhares)
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Tinha até escadaria para facilitar as subidas e descidas de alguns trechos de trilhas, saca só.
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Mas pensa num lugar bonito. Era tudo tão imenso que ficava difícil avaliar a dimensão apenas com os olhos. Na câmera então, nem cabia.
Veja o tamanho da moradia lá no meio, quase um cisquinho na foto. Ah! Não viu né? Eu só consegui com 312% de zoom no Lightroom, pela tela do computador.
Fotografamos nos feeders várias espécies muito bonitas, entre elas:
1 - Black flowerpiercer (Diglossa humeralis),
2 - Black-tailed trainbearer (Lesbia victoriae),
3 - Giant Hummingbird (Patagona gigas),
4 - Shining sunbeam (Aglaeactis cupripennis) e
5 - Tyrian metaltail (Metallura tyrianthina).
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Rodamos muito atrás de diversas aves, mas só conseguíamos avistá-las de muito longe. Tudo o que eu mais queria era ter me deparado com o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus), também conhecido como urso-andino ou urso-de-lunetas é a única espécie sobrevivente de urso nativa da América do sul e o único membro sobrevivente da subfamília Tremarctinae.
Como não consegui vê-lo, pedi à uma Inteligência Artificial de um site pra criar um para mim. E ela me mandou logo dois. 🤪😅🥴Abaixo by Bing Creator.
Arquivo pessoal - feito no Bing Creator |
Reserva Ecológica Antisana -
1 - Andean lapwing (Vanellus resplendens)
2 - Carunculated caracara (Daptrius carunculatus),
3 - Plumbeous sierra finch (Geospizopsis unicolor) e
4 - Ecuadorian hillstar (Oreotrochilus chimborazo).
Por volta das 16 horas seguimos até a região de Papallacta e foi onde passamos de 4000m de altitude. Olha só o que fotografamos e a altitude de cada um:
1 - Scarlet-bellied mountain tanager (Anisognathus igniventris) 3996,2 m2 - Chestnut-winged cinclodes (Cinclodes albidiventris) 4069,8 m
3 - Tawny antpitta (Grallaria quitensis) 4074,0 m
4 - Andean teal (Anas andium) 4106,1 m
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E teve um mais alto ainda: Andean tit-spinetail (Leptasthenura andicola) 4143,0 m.
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Meu organismo se ressentiu, tive enjoo, ânsia de vômito, dor de cabeça, fraqueza nas pernas e o mais engraçado, uma crise de risos incontrolável.
Lá pelos 4 mil metros e tanto, comecei a rir de bobeira, descontroladamente. As pernas foram amolecendo e acabei sentando no chão. Com muito esforço consegui pedir que me ajudassem a levantar uma vez que eu não tinha forças e não conseguia parar de rir.
Eu não lembro qual das meninas veio me ajudar, mas lembro que caiu na crise de riso junto comigo. E Xavier teve que levantar as duas do chão. (Pena que faltou registro desse momento 😁😅🤣😂).
No fim da tarde começou a chover e resolvemos ir embora. Descemos até o nosso local de pernoite, o Guango Lodge, a 2703,9 m onde deitei e continuei com dor de cabeça. Só a "neusa" (dipirona) resolveu. Mas tinha valido cada minuto. Uma experiência de vida.
03 set 2016 - sábado
Guango Lodge
Acordamos cedo e, logo depois do café, passarinhamos dentro do próprio Guango Lodge. Mais um lugar incrível e inesquecível.
Destacarei algumas aves, mas tinha bem mais.1 - Chestnut-crowned antpitta (Grallaria ruficapilla)
2 - Turquoise jay (Cyanolyca turcosa)
3 - Hooded mountain tanager (Buthraupis montana)
4 - Buff-winged starfrontlet (Coeligena lutetiae)
5 - White-banded tyrannulet (Mecocerculus stictopterus)
6 - Chestnut-breasted coronet (Boissonneaua matthewsii)
7 - Rufous-breasted chat-tyrant (Ochthoeca rufipectoralis)
8 - Tourmaline sunangel (Heliangelus exortis)
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Rio Quijos Arquivo pessoal |
1 - Collared inca (Coeligena torquata)
2 - Great thrush (Turdus fuscater)
3 - White-bellied woodstar (Chaetocercus mulsant)
4 - Mountain cacique (Cacicus chrysonotus)
5 - Masked flowerpiercer (Diglossa cyanea)
6 - Tourmaline sunangel (Heliangelus exortis)
7 - Pearled treerunner (Margarornis squamiger)
8 - Spectacled redstart (Myioborus melanocephalus)
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Lá pelo começo do ano de 2013, por conta de não ter uma plataforma onde pudéssemos postar aves que não ocorriam no Brasil, eu criei, no Facebook, um grupo chamado Wikibirds, onde tirávamos as dúvidas, dávamos dicas de passarinhar no exterior e postávamos as nossas fotos. O grupo ainda existe, mas está inativo hoje em dia, porém foi sucesso por algum tempo.
O amigo e guia Ciro Albano postou uma foto logo no início da criação do grupo, revelando a realização de um sonho dele de infância. E desde então esse beija-flor tornou-se um dos meus sonhos também. Veja um print abaixo, com meu comentário à direita.
print - foto by Ciro Albano com meu comentário |
Foi essa foto acima que me fez desejar muito ver esse beija-flor. O mais diferente de todos e o que tem uma particularidade muito especial: o tamanho do seu bico. O nome dele? Sword-billed hummingbird (Ensifera ensifera) ou beija-flor-bico-de-espada ou ainda Colibrí Picoespada.
Mas foi nesse dia nos jardins do Guango Lodge que meu sonho tornou-se realidade.
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No fim do dia fomos até o Rio Cosanga em busca de uma ave muito especial: o Torrent duck (Merganetta armata). Nós encontramos uma fêmea, mas não perto o suficiente para fotos de quadro.
Três anos depois eu fui com Claudinha ao Chile e conseguimos melhorar a foto e ver o casal. Veja pelo link aqui como foi essa ida ao Chile em 2019.
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Mas não fazer foto bonita não significa que não foi um momento especial, pois foi e muito.
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Com direito a no fim do dia apreciarmos um lindo arco-íris dourando o céu nublado. Só não tinha pote de ouro no final dele. Que pena né?😄😁🤣😇🌈
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Cabañas San Isidro
Terminamos a noite chegando em Cabañas San Isidro. Assim que entrei na sala de jantar, supresa! "Ôu mai gódi!" Nada boa.
Os orientais mal-educados e arrogantes que havíamos cruzados em Milpe Bird Sanctuary, estavam todos jantando, feito porquinhos num chiqueiro. Fazer o que né? Sei que são eles porque Xavier conhecia o guia deles e se cumprimentaram.
Estamos todos jantando, entra um guia correndo avisando que a Coruja-preta-de-San-Isidro, uma Strix huhula - cuja subspécie existente na floresta de neblina ainda está sendo descrita - estava vocalizando por perto.
Saímos todos correndo. Parecíamos um bando de doidos. Deu fotinho meia boca, logo começou chover e nos retornamos à nossa mesa para terminar o jantar. Depois do jantar demos mais umas voltas tentando encontrá-la, mas sem sorte. Já era.
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Ressalte-se que nosso chalé era bem legal, todo de vidro, permitindo uma interação com a floresta muito bacana.
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Claudinha até me fotografou com seu celular. Só não sei cadê essa foto. 😁😅🤣😂
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04 set 2016 - domingo
Cabañas San Isidro
A Coruja-preta-de-San-Isidro piou muito a noite toda. Isso me fez acordar várias vezes e ficar pensando: se aqui pegasse whatsapp eu ia chamar o Xavier para irmos atrás dela. Porém ali, sozinha, não me atrevi nem a sair da cama.
Pela manhã, depois do café, saímos para fotografar ao redor da sede. Teve uns bichinhos bem legais.
1 - Pale-edged flycatcher (Myiarchus cephalotes)
2 - White-bellied antpitta (Grallaria hypoleuca)
3 - Montane woodcreeper (Lepidocolaptes lacrymiger)
4 - Saffron-crowned tanager (Tangara xanthocephala)
5 - Scarlet-rumped cacique (Cacicus uropygialis)
6 - Mountain wren (Troglodytes solstitialis) e
7-8-9 - Green jay (Cyanocorax yncas)
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E olha que não sou de me aborrecer fácil. Mas nesse dia a vontade era derrubar seus equipamentos, pisar em cima e sair chutando todos eles, um por um. 🧐😡🤮😆
De vingança, Laurinha andava calmamente de um lado pro outro, como quem não quer nada, bem na frente da linha de visão das câmeras deles. 🙈🙉🙊
Com o clima ficando desagradável, nós optamos por ir embora dali mais cedo. E qual não foi a surpresa ao fecharmos a conta. O gerente da época contabilizou a garrafa inteira do uísque que ele buscou por sua conta, sem a gente pedir e ainda tomou sei lá quantas doses junto com a gente.
Foi aviltante. Xavier conseguiu resolver esse entrevero e mesmo assim, ficou difícil essa impressão chata se dissipar, mesmo passando 8 anos. 😡🤮
Espero que ele não trabalhe mais lá, pois o lugar é muito legal.
Saímos de San Isidro em direção à Quito logo depois do almoço. Fim da tour com o nosso amigo Xavier. Ele ainda fez uma última parada numa lojinha na praça Mitad del Mundo para a gente comprar artesanatos locais.
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05 set 2016 - segunda-feira
Sachatamia Lodge
Eis que naquela segunda, véspera de voltar pra casa, acordo e fico olhando pela janela do meu quarto no chalé, sem ter vontade de sair da cama.
Escrevi isso no meu e-diary. "Olho pela janela do meu quarto no momento, são 6.34h. Ouço um trogon mask vocalizando, um sabiá também. Vários outros sei lá quem. Claudia e Elsie Laura optaram por atividades fora do Lodge. Cada uma foi para um local. Uma foi ver uma galinha-não-sei-oque, a outra foi ver um terreno para comprar. E eu só quero descansar."
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Um casal de gringos sentou do lado da minha mesa e o pessoal do lodge trouxe o desjejum deles. Aproveitei e pedi mais um café. Com essa movimentação as aves sumiram todas. Depois que o casal se foi, as aves foram voltando aos poucos.
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2 - Black-winged saltator (Saltator atripennis),
3 - Alma-de-gato (Piaya cayana),
4 - Chestnut-capped brushfinch (Arremon brunneinucha),
5 - Dusky chlorospingus (Chlorospingus semifuscus),
6 - Ecuadorian thrush (Turdus maculirostris),
7 - Fim-fim-grande (Euphonia xanthogaster), e
8 - Flame-rumped tanager (Ramphocelus flammigerus).
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1 - Golden tanager (Tangara arthus),
2 - Red-headed barbet (Eubucco bourcierii),
3 - Saíra-de-cabeça-azul (Stilpnia cyanicollis),
4 - Sanhaço-da-amazônia (Thraupis episcopus),
5 - Sanhaço-do-coqueiro (Thraupis palmarum),
6 - Tico-tico (Zonotrichia capensis),
7 - Purple-bibbed whitetip (Urosticte benjamini),
8 - Velvet-purple coronet (Boissonneaua jardini), e
9 - Fawn-breasted brilliant (Heliodoxa rubinoides).
Violet-tailed sylph (Aglaiocercus coelestis) Arquivo pessoal |
Mas falando em novo, um novo passarinho chegou no comedouro. Lindão, de cores ferrugem e marrom com peito amarelo. Era o Tricolored brushfinch (Atlapetes tricolor), só descobri isso depois.
O duro é que meus vizinhos de mesa não tinham câmera e tentavam chegar perto dos comedouros para fotografar com o celular, espantando qualquer alma penada ou com penas dali. 🙈🙉🙊
Eu só rezava desejando que eles todos fossem para outro lugar. Que dia! Valei-me Nossa Senhora dos Arapaçus. (essa santinha foi invenção da Laurinha).
Tricolored brushfinch (Atlapetes tricolor). Arquivo pessoal |
Mas vida de passarinheiro não é tão tranquila e de boa como todo mundo acha não. Tem seus percalços e perrengues, mas quando um passarinho chega na nossa frente, faz passar tudo, né passarinho?
06 set 2016 - terça-feira
Sachatamia Lodge
Arquivo pessoal |
Vou colocar 3 mosaicos de fotos com os bichinhos que cliquei nessa manhã no lodge.
2 - Andean emerald (Uranomitra franciae),
3 - Arapaçu-vermelho (Xiphocolaptes promeropirhynchus),
4 - Beija-flor-marrom (Colibri delphinae),
5 - Beryl-spangled tanager (Tangara nigroviridis),
6 - Black-capped tanager (Stilpnia heinei),
7 - Black-winged saltator (Saltator atripennis),
8 - Brown-capped vireo (Vireo leucophrys), e
9 - Cinnamon becard (Pachyramphus cinnamomeus).
1 - Ecuadorian thrush (Turdus maculirostris),
2 - Fim-fim-grande (Euphonia xanthogaster),
3 - Flame-faced tanager (Tangara parzudakii),
4 - Flame-rumped tanager (Ramphocelus flammigerus),
5 - Golden tanager (Tangara arthus),
6 - Golden-naped tanager (Chalcothraupis ruficervix),
7 - Juruviara (Vireo chivi),
8 - Juruviara-boreal (Vireo olivaceus), e
9 - Mariquita-cinza (Myioborus miniatus).
Arquivo pessoal |
1 - Pacific hornero (Furnarius cinnamomeus),
2 - Red-faced spinetail (Cranioleuca erythrops),
3 - Red-headed barbet (Eubucco bourcierii),
4 - Rufous-tailed hummingbird (Amazilia tzacatl),
5 - Saíra-de-cabeça-azul (Stilpnia cyanicollis),
6 - Sanhaço-da-amazônia (Thraupis episcopus),
7 - Sanhaço-do-coqueiro (Thraupis palmarum),
8 - Tempera-viola (Saltator maximus), e
9 - Violet-tailed sylph (Aglaiocercus coelestis).
Arquivo pessoal |
Arquivo pessoal |
A linha recebeu o nome de Equador. “Equatore” em latim significa “equilíbrio ou igualdade". Justamente por ela dividir por igual os hemisférios Norte e Sul.
A linha imaginária passa por mais de 10 países: Brasil, Colômbia e Equador na América do Sul; Ilhas Maldivas e Indonésia na Ásia; Congo, Gabão, Quênia, Congo, São Tomé e Príncipe, Uganda e Somália no caso da África e ainda, Kiribati na Oceania.
Arquivo pessoal |
Arquivo pessoal |
Já no aeroporto, um último petisco para não viajar de barriga vazia.
Arquivo pessoal |
7 de setembro de 2016
A parte mais chata de uma grande viagem é quando ela chega ao fim. Eu sempre falo isso. O que alivia é pensar no próximo destino e qual seria ele. Por isso afirmo sempre...
Durante a expedição, eu e Claudia Brasileiro adquirimos ilustrações belíssimas da artista Edyta Delfel. É um trabalho muito criativo e alegre, cheio de aves.
Recomendo a quem for até lá não deixar de adquirir algumas das ilustrações preciosas da Edyta.
Uma vez eu e ela conversamos pelo Facebook, onde ficamos "amigas" e prometi a ela quando eu voltasse ao Equador iria conhecê-la pessoalmente. Assim espero fazer um dia.
Minha preferida |
os demais quadrinhos que possuo Arquivo pessoal |
Conclusão (ufa!!!)
Essa viagem foi realmente a realização de um sonho. Foi muita alegria poder comemorar meu aniversário em plena floresta de neblina no Equador junto a amigos tão queridos. Só tive um arrependimento: não ter esticado até Galápagos como a Claudinha queria.
Faltam adjetivos para poder dizer como foi sensacional viajar por este país maravilhoso chamado Equador. Foram 202 espécies de aves fotografadas, 34 beija-flores, onde apenas 3 deles ocorrem no Brasil. (veja o link para as listas no final)
Mas, amigos leitores incansáveis dos meus posts, não se enganem: o Equador tem muito a oferecer, nem tudo se resume a aves. Há lugares paradisíacos, montanhas, parques nacionais (até urso tem, pena que não consegui ver nenhum), comidas deliciosas e a maior preciosidade de todas: o povo.
Se você leu até aqui, muito-muito-muito obrigada, você também é muito especial, pois haja paciência e tempo para ler o tanto de coisa que costumo escrever. Eu diria que cada post aqui é um verdadeiro livro, melhor dizendo, é apenas mais um capítulo 😍 ... da minha vida! E que venham muitos mais!!! 💚🐦💚🐦💚🐦
The Sound Of Silence by Wuauquikuna | Panflute | Toyos |
Essa é uma das grandes vantagens dessas redes sociais, muita gente vê e vira mesmo uma grande network. "me solicitou, para um trabalho científico, a foto de uma bromélia chamada Puya glomerifera que publiquei na plataforma iNaturalist. "
ResponderExcluirNessas viagens a gente precisa estar preparado para a culinária regional, muito diferente o ceviche com pipoca.
Achei interessante e pertinente essa proibição do uso de flash.
Gostei dos seus poemas "Poema da Primavera", "A casa" e do texto poético durante a pandemia.
Sobre os observadores orientais que mudavam os comedouros de lugar.... Infelizmente temos gente assim em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Em seus blogs você descreve muito bem a emoção da viagem e adiciona poesia nos relatos, e estão cada vez mais científicos com as espécies devidamente identificadas, os mamíferos, as flores, as borboletas e claro os passarinhos.
Parabéns pela promoção que você faz do Equador, das plataformas iNaturalist e Wikiaves.
Um forte abraço de Hilton Monteiro Cristovão, Vitória-ES
Obrigadíssimo, meu querido amigo, você é um dos meus grandes incentivadores para continuar a postar. Cada palavra sua faz meu coração saltitar de felicidade.
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